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domingo, 16 de outubro de 2011
Inexplicável!
Quisera eu, poder me transportar ao infinito,
Contemplar noutro céu,
Um outro azul tão bonito.
Celeste legião que me acompanhou,
Fixou-me aos céus,
Resguardando-me ao amor.
Prefiguras de um castelo,
Altivo momento,
Inesquecível e belo.
Ainda, a olhar,
Quem me dera,
Ir ao início, e por lá ficar.
Recife-PE, 16 de outubro de 2011
Luiz Felipe P. de Melo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Basta!



Chega de tanta corrupção,
De tanta matança, de ódio.
Chega de tanta vingança.
Chega de tanto desamor,
De tanta falta de esperança.
Chega de tanta violência.
Chega de incredulidade,
De tanta ciência.
Chega de tantas armas.
Chega de confrontos,
De tantas dores.
Chega de tantos rancores.
Chega de tanto sofrimento,
De tanta má expectativa.
Chega de dizimar vidas.
Chega de desencontros,
De tanta separação.
Chega de tramas.
Chega de tanta armação,
De tanto desamor.
Chega do "não-perdão".
Chega de tanta desconfiança,
De tanta gente morta.
Chega de tanta gente sem esperança.
Chega de lutas e revoltas,
De tantos problemas.
Chega de tantas mortes de inocentes crianças.
Chega de armadilhas,
De tanta sede de poder.
Chega de tanta má vontade.
Chega de tanta cobiça,
De tantas catástrofes.
Chega de tanta injustiça.
Chega de desencanto,
De tanto tédio.
Chega de tanta acomodação.
Chega disso,
Daquilo,
E daquilo mais.
Chega do mundo,
De tudo:
Eu quero paz!
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