sábado, 7 de fevereiro de 2009
Deus nos fala!
"Por conseqüência, meus amados irmãos, sede firmes e inabaláveis, aplicando-vos cada vez mais à obra do Senhor. Sabeis que o vosso trabalho no Senhor não é em vão" (I Cor. 15, 58).
Me chamastes, respondi: Aqui estou!
Bem antes que me modelasses
No oculto ventre materno
Meu nome Tu pronunciastes
Ungiste-me como teu servo
Tirado do meio do povo
Sou Teu... Teu fiel serviçal!
Me chamaste,
Respondi: Eis-me aqui!!
Me elegestes, capacitaste-me, ungiste-me, consagraste-me.
Em Teu infinito amor,
Hei de evangelizar, celebrar
E levar-Te a todos que necessitam de Ti!
Me chamastes: então, aqui estou, ó Pai!
Percebi que Vós
Não me escolhestes devido
As minhas virtudes;
Meus dotes; minhas limitações...
Mas devido à Tua graça onipotente!
Quero ser como que, barro
Nas mãos do oleiro.
Ser restaurado e remodelado!
Tornar-me uma nova criatura...
O caminho é longo
Mas tomado pelas mãos com Ele irei...
Não poderei fraquejar!
Não temerei, pois, Ele está comigo!
Comigo Ele tomará a cruz
E caminharemos juntos!
Percebo que muito falta para chegar
Mas com Cristo
Todas dificuldades
Hei de suportar!
Sou grato a quem me deu a força
Jesus Cristo, Nosso Senhor
Somente por causa de sua graça
É que sou o que sou
Tirado do meio do povo,
Sou Teu servo, ó Senhor!
Eu me alegro de verdade
Ninguém tira esta alegria
Encontrei o que eu queria
Bem debaixo deste céu.
Se de Ti eu me esquecer
Esquecer-me-ei de mim
Se de Ti eu não me lembrar
É porque eu já morri
E se acaso eu me esquecer
E não mais Te recordar,
Eu te peço encarecido, Senhor,
Por favor, vem me buscar!
E agora,
Entre lágrimas respondo:
Meu Senhor, Tu sabes tudo,
Sabes que eu Te amo
E embora
Tenha Te abandonado
Para sempre ao teu lado
Eu pretendo viver
Deus me ajude a lutar!
No oculto ventre materno
Meu nome Tu pronunciastes
Ungiste-me como teu servo
Tirado do meio do povo
Sou Teu... Teu fiel serviçal!
Me chamaste,
Respondi: Eis-me aqui!!
Me elegestes, capacitaste-me, ungiste-me, consagraste-me.
Em Teu infinito amor,
Hei de evangelizar, celebrar
E levar-Te a todos que necessitam de Ti!
Me chamastes: então, aqui estou, ó Pai!
Percebi que Vós
Não me escolhestes devido
As minhas virtudes;
Meus dotes; minhas limitações...
Mas devido à Tua graça onipotente!
Quero ser como que, barro
Nas mãos do oleiro.
Ser restaurado e remodelado!
Tornar-me uma nova criatura...
O caminho é longo
Mas tomado pelas mãos com Ele irei...
Não poderei fraquejar!
Não temerei, pois, Ele está comigo!
Comigo Ele tomará a cruz
E caminharemos juntos!
Percebo que muito falta para chegar
Mas com Cristo
Todas dificuldades
Hei de suportar!
Sou grato a quem me deu a força
Jesus Cristo, Nosso Senhor
Somente por causa de sua graça
É que sou o que sou
Tirado do meio do povo,
Sou Teu servo, ó Senhor!
Eu me alegro de verdade
Ninguém tira esta alegria
Encontrei o que eu queria
Bem debaixo deste céu.
Se de Ti eu me esquecer
Esquecer-me-ei de mim
Se de Ti eu não me lembrar
É porque eu já morri
E se acaso eu me esquecer
E não mais Te recordar,
Eu te peço encarecido, Senhor,
Por favor, vem me buscar!
E agora,
Entre lágrimas respondo:
Meu Senhor, Tu sabes tudo,
Sabes que eu Te amo
E embora
Tenha Te abandonado
Para sempre ao teu lado
Eu pretendo viver
Deus me ajude a lutar!
Frases da Semana...
“Quando sonhamos sozinhos é só um sonho; mas quando sonhamos juntos é o início de uma nova realidade”
“Pobreza é suportável, mas miséria é uma acinte à natureza humana”
“Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo...”
“Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio...”
“Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante ...Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo...”
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Jesus cura as enfermidades daqueles que têm fé!
Estamos diante de uma realidade não muita atípica aos dias atuais...
Primeiro, Jesus é procurado para curar, sanar uma patologia visível... Tantos, ainda hoje, O procuram para tão somente sanar as suas enfermidades. Um segundo ponto que nos chama à atenção é o fato de que Jesus estava em comunidade celebrando; isso faz com que percebamos que, Jesus sendo um judeu, é fiel aos preceitos daquela religião. Logo depois, a narrativa nos fala que ao chegar à casa de Pedro, falam a Jesus que existia uma pessoa acamada, imediatamente Jesus vai ao seu encontro, dentro de uma experiência de compaixão... Do latim, “co-passion”, quer dizer, colocar-se no lugar do outro que sofre; sentir suas dores. Segurando em suas mãos, restitui-lhe a saúde, dá-lhe novo ânimo.
Primeiro, Jesus é procurado para curar, sanar uma patologia visível... Tantos, ainda hoje, O procuram para tão somente sanar as suas enfermidades. Um segundo ponto que nos chama à atenção é o fato de que Jesus estava em comunidade celebrando; isso faz com que percebamos que, Jesus sendo um judeu, é fiel aos preceitos daquela religião. Logo depois, a narrativa nos fala que ao chegar à casa de Pedro, falam a Jesus que existia uma pessoa acamada, imediatamente Jesus vai ao seu encontro, dentro de uma experiência de compaixão... Do latim, “co-passion”, quer dizer, colocar-se no lugar do outro que sofre; sentir suas dores. Segurando em suas mãos, restitui-lhe a saúde, dá-lhe novo ânimo.
Convém lembrar que depois de curada, a sogra de Pedro reergueu-se, pôs-se de pé... Isso significa, prontificou-se a servir e o fez! O fato é que, aquilo que o Senhor fizera àquela pobre que padecia no leito das enfermidades, espalhou-se por toda a região, eis que habitantes de várias localidades acorriam ao encontro daquele que devolveu a saúde à sogra de Pedro, amontoando-se defronte àquela residência. De repente todas as pessoas foram se apresentar a Jesus, mostra-lhe, pois, as suas enfermidades, talvez, então suplicar-lhe perdão... Diz o texto que Jesus fez muitas curas, mas, não fala-nos que Ele curou a todos. Esse fato faz-nos refletir sobre uma questão muito importante na nossa vida cristã: a fé. A fé é uma virtude de Deus, um dom que o Senhor nos concede; esta é necessária à nossa salvação. Jesus, sendo um com Deus e o Espírito Santo, poderia ter curados a todos, mas, nos relata o evangelista São Marcos que Ele curou a muitos, pois com certeza, aqueles que não foram curados faltavam-lhes fé. Tal como a sogra de Pedro que ao tomar nas mãos de Jesus prontamente fora atendida, curada e de imediato pôs-se a servir, também nós somos chamados a confiantemente segurar nas mãos de Jesus, deixando que a Sua Santa Vontade seja realizada em nossa vida.
Nosso Senhor expulsou em nome de Deus muitos demônios. É interessante, também, procurarmos entender que demônio aqui, dentro de um contexto judaico, seria toda aflição causada à alma e que se refletia no corpo. Jesus repreendia os demônios para que os mesmos não O apontassem como sendo o Messias, o Filho de Deus. Mas, toda essa experiência libertadora que provém de Jesus advém de uma outra: a experiência da oração, do comunicar-se com Deus. Comunicando-se com o Pai, o Filho realizaria no plano da história a Vontade Santa do Criador. Jesus fora procurado ainda por muitos, todavia, não se deteve a ficar somente naquele território, preferiu partir e dar continuidade ao seu Projeto em terras mais longíquoas, onde Ele ainda não tinha pregado.
Ante toda essa narrativa, somos convidados a também nós, nos colocarmos nas mãos de Jesus... Apresentando-nos diante do Senhor, com as nossas fraquezas, com as nossas limitações, com as nossas fragilidades humanas e diárias... Apresentar, pois, diante do Senhor tudo aquilo que ainda nos impede de nos prontificarmos com a Causa de Deus. Mediante toda a nossa caminhada existencial nos deparamos muitas vezes com situações adversas que nos tentam tirar do segmento do Crucificado, mas, nós não fomos criados para o sofrimento, nem muito menos Jesus deu a sua vida para que continuássemos presos à uma vida antiga e sem sentido, porém, Jesus dou-se por todos os nossos pecados... Em Cristo somos muito mais que vencedores!
As enfermidades e os sofrimentos que acompanham nossa vida geram um estado de temerosa insegurança. Toda a nossa caminhada de vida se dá na busca incessante de Deus... Feliz é aquele que reconhece que todas as curas advêm do Senhor! Muitos encarnam a fraqueza e a fragilidade humana, sujeitas à eventualidade do inesperado e do imprevisível. Esta condição humana contrasta com o desejo de absoluto, de estabilidade e de segurança que pervade todo homem, e torna a existência do homem pouco desejável. O homem apresentado pela Bíblia também anda à procura da causa desta situação. Num mundo onde a realidade é continuamente referida a Deus, a doença e as desgraças não são exceção: estas são vistas como um golpe de Deus que fere o homem. Por um movimento espontâneo, o senso religioso do homem estabelece uma ligação entre doença e pecado, mais no plano coletivo que no pessoal.
Jesus Cristo hoje é-nos apresentado como Aquele que curou-nos e libertou-nos de todas as patologias do corpo e da alma. Oxalá que nós não O busquemos somente quando Dele precisarmos, todavia, tal como o salmista, louvemo-Lo e exautemo-Lo, ‘porque Ele é bom e eterna é a sua misericórdia’.
Reflexão referente à liturgia do 5º domingo do Tempo Comum, ano B.
Luiz Felipe Pereira de Melo.
Hoje, 08 de fevereiro de 2009 AD
+ Dominus Vobiscum!
Naquele tempo, 29Jesus saiu da sinagoga e foi, com Tiago e João, para a casa de Simão e André. 30A sogra de Simão estava de cama, com febre, e eles logo contaram a Jesus. 31E ele se aproximou, segurou sua mão e ajudou-a a levantar-se. Então, a febre desapareceu; e ela começou a servi-los.
32A tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era.
35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: "Todos estão te procurando". 38Jesus respondeu: "Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim". 39E andava por toda a Galiléia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios. Palavra da Salvação!
32A tarde, depois do pôr-do-sol, levaram a Jesus todos os doentes e os possuídos pelo demônio. 33A cidade inteira se reuniu em frente da casa. 34Jesus curou muitas pessoas de diversas doenças e expulsou muitos demônios. E não deixava que os demônios falassem, pois sabiam quem ele era.
35De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus se levantou e foi rezar num lugar deserto. 36Simão e seus companheiros foram à procura de Jesus. 37Quando o encontraram, disseram: "Todos estão te procurando". 38Jesus respondeu: "Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim". 39E andava por toda a Galiléia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios. Palavra da Salvação!
O amor faz da Vida uma Missão
Se procurarmos a fundo o significado da palavra amor, veremos o quanto os gregos foram sábios em distinguir na utilização de três verbetes que ao traduzirmos para o português são mesmo que ‘amor’. Primeiro, temos o termo “phylia”, seria o amor fraterno, o amor de irmãos; ainda, “eros”, equivale ao termo erótico, isto é, o amor carnal e, por fim, “ágape”, este seria o amor divino, amor comunhão.
Entretanto, a questão que nos impulsiona a esta humilde reflexão é outra. Evocando São Paulo aos Coríntios: “Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como um metal que tine” (I Cor. 13,1ss). Pois bem, São Paulo nos expressa de forma bastante poética e análoga como o amor é importante em nossas vidas. Vale ressaltar que todo o texto desenvolve-se dentro da perspectiva de comparar o que fazemos e o que temos, com e sem amor. Este amor não é um ‘amor’ qualquer, todavia, um amor vertical (do céu para a terra); um amor divino (cf.Jo.3,16). O amor que o apóstolo nos relata é algo que nos impulsiona a buscar o verdadeiro sentido para as nossas vidas. Algo que o homem em toda a sua caminhada existencial procura.
Assim, chegaremos à descoberta que, metaforicamente, o homem nada mais é do que uma carga positiva – pois foi feito à imagem e semelhança do Pai – que tem em suas costas um sinal negativo – referente à sua dimensão humana. Nesse sentido, todo o nosso peregrinar na terra tem como escopo tornar este ‘menos’ em ‘mais’. Contudo, como torná-lo? E mais, é possível?
Ainda, se voltarmos à Epístola de São Paulo aos Coríntios, lá pelos idos do versículo quatro, veremos como sabiamente ele descreve-nos o amor: “[...] é sofredor, é benevolente; o amor não é invejoso[...]”. Como vimos, este amor o qual é referido por São Paulo é Dom de Deus. É a perfeição. Mas, acima de tudo, é uma vocação humana. E, como vocação faz-se necessário que ponha-o em prática, respondendo altivamente ao chamado do Altíssimo. É aquilo que São Tiago nos questiona: “Meus irmãos, que aproveita se alguém tem fé, e não tiver obras? Porventura a fé pode salva-lo? (Tg.2,14). Daí que devemos ter a consciência da nossa missão. É preciso que o chamado de Deus ecoe em nossos ouvidos. Em meio aos apelos mundanos e as turbulências ensurdecedoras do dia-a-dia, precisamos nos silenciar e buscar escutar a voz interna, deixado-nos ser condicionados à vontade do Senhor. Desse modo, nos tornando não meros súditos, porém, filhos e filhas muito amados do Pai.
Quando falo em missão, rememoro a missão do próprio Paulo, o qual ‘combateu o bom combate’(cf. II Tm. 4,7); a missão de Pedro que serviu de alicerce para a edificação da Igreja (cf. Mt. 16,18ss) e, não esquecendo, a singular missão de Maria, que gerou e deu à luz ao Filho de Deus (cf. Lc. 1,30-33). Se nos voltarmos à Sagrada Escritura, contemplaremos inúmeras e distintas missões, todavia, elas se completam. Isto é, a missão verdadeira é apontar para o seguimento do Cristo, através de palavras e de atitudes. Assim é na atualidade. Todos nós somos chamados; primeiramente à Vida – Vocação por Excelência – e pelo santo Batismo, somos chamados e enviados à missão: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc. 16,15ss). Dessa forma, concluímos que tudo isto se cumpriu por ‘amor’. Mas que amor é este? Ora, meus irmãos, é o próprio Espírito Santo: o amor do Pai para com o Filho.
É o Espírito Santo que nos impulsiona à frente; é o mesmo quem nos vivifica e que nos faz membros do mesmo corpo – Cristo. São João – que é considerado o ‘evangelista do amor’ – nos fala muito bem sobre este amor de Deus: “Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo. 3,16). É com esta certeza que caminhamos rumo à Jerusalém Celeste, onde poderemos contemplar a face do Cristo Ressuscitado e lá gozar da Eterna Alegria, com os anjos e santos.
Portanto, sejamos sempre comprometidos com a nossa missão, procurando responder altivamente ao chamado que o Senhor nos dirige e, não nos preocupemos com o que há de vir, mas, parafraseando o apóstolo Paulo: ‘Sede sempre dedicados à obra do Senhor, pois no Senhor o nosso trabalho não será inútil” (I Cor.15,58).
Luiz Felipe P. de Melo.
(Catequista de Crisma da Paróquia Nossa Senhora do Rosário– Pina)
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Reflexões; Pensamentos; Cristianismo; etc.
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