domingo, 8 de fevereiro de 2009
Gostaria de dizer: te amo.
Gostaria de olhar em seus olhos,
Sentir teus abraços, respirar bem forte e te amar.
Lhe ter nem que seja por um momento...
Um insano momento, e me entregar.
Um insano momento, e me entregar.
Entregar-me a você sem dúvida, Sem medo... Vivendo e não sofrendo. Gostaria de dizer-te que sem você logo desisto.
Desisto de viver, logo começo a desfalecer.
Mas se lhe tenho, recupero-me.
Deixo de viver às escuras E o teu amor me invade e me ilumina. Amor este que desatina.
Deixo de viver às escuras E o teu amor me invade e me ilumina. Amor este que desatina.
Eu gostaria de ao menos dizer-te:
Eu te amo... Eu te quero.
E ouvir: eu também.
Então meu coração dispararia,
E tão logo eu iria muito mais além.
Eu te amo... Eu te quero.
E ouvir: eu também.
Então meu coração dispararia,
E tão logo eu iria muito mais além.
Vou caminhando com a cabeça na lua,
Meu coração grudado na tua, pensando em você.
Dizendo: Eu te amo; eu te quero
E jamais deixarei de te querer.
Preciso de ti para continuar,
Aí de mim se não o tenho, pois começo a me desesperar.
Gostaria de dizer: te amo.
Em fim... te amar!
Meu coração grudado na tua, pensando em você.
Dizendo: Eu te amo; eu te quero
E jamais deixarei de te querer.
Preciso de ti para continuar,
Aí de mim se não o tenho, pois começo a me desesperar.
Gostaria de dizer: te amo.
Em fim... te amar!
Luiz Felipe P. de Melo
09/06/2006.
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|P|A|U|S|A|
Nove de fevereiro de dois mil e nove: Santa Apolônia!!!
Os seis anos de 243 a 249, durante os quais o rumo do Império Romano ficou sob a direção de Felipe o Árabe, foram considerados: um intervalo de trégua do regime do anticristianismo. No último ano, porém, houve um episódio que comprovou que a aversão aos cristãos, pelo menos na província africana, não havia desaparecido.
O ocorrido era narrado por Dionísio, o bispo da Alexandria no Egito, em uma carta que enviou ao bispo Fabio da diocese de Antioquia, em 249. Na carta ele escreveu que: "No dia 9 de fevereiro, um charlatão alexandrino, "maligno adivinho e falso profeta", que insuflava a população pagã, sempre pronta a se agitar, provocou uma terrível revolta. As casas dos cristãos foram invadidas.
Os pagãos saquearam os vizinhos católicos ou aqueles que estivessem mais próximos, levando as jóias e objetos preciosos. Os móveis e as roupas foram levados para uma praça, onde ergueram uma grande fogueira. Os cristãos, mesmo os velhos e as crianças, foram arrastados pelas ruas, espancados, escorraçados e, condenados a morte, caso não renegassem a fé em voz alta. A cidade parecia que tinha sido tomada por uma multidão de demônios enfurecidos". "Os pagãos prenderam também a bondosa virgem Apolônia, que tinha idade avançada. Foi espancada violentamente no rosto porque se recusava a repetir as blasfêmias contra a Igreja, por isto teve os dentes arrancados. Além disso, foi arrastada até a grande fogueira, que ardia no centro da cidade.
No meio da multidão enlouquecida, disseram que seria queimada viva se não repetisse, em voz alta, uma declaração pagã renunciando a fé em Cristo. Neste instante, ela pediu para ser solta por um momento, sendo atendida ela saltou rapidamente na fogueira, sendo consumida pelo fogo." O martírio da virgem Apolônia, que terminou aparentemente em suicídio, causou, exatamente por isto, um grande questionamento dentro da Igreja, que passou a avaliar se era correto e lícito, se entregar voluntariamente à morte para não renegar a fé. Esta dúvida encontrou eco também no livro " A cidade de Deus" de Santo Agostinho, que também não apresentou uma posição definida.
Contudo, o gesto da mártir Apolônia, a sua vida reclusa dedicada à caridade cristã, provocou grande emoção e devoção na província africana inteira, onde ela consumou o seu sacrifício. Passou a ser venerada, porque foi justamente o seu apostolado desenvolvido entre os pobres da comunidade que a colocou na mira do ódio e da perseguição dos pagãos, e o seu culto se difundiu pelas dioceses no Oriente e no Ocidente. Em várias cidades européias surgiram igrejas dedicadas a ela.
Em Roma foi erguida uma igreja, hoje desaparecida, próxima de Santa Maria em Trasteve, Itália. Sobre a sua vida não se teve outro registro, senão que seus devotos a elegeram, no decorrer dos tempos, como protetora contra as doenças da boca e das dores dos dentes. Mas restou seu exemplo de generosa e incondicional oferta a Cristo. A Igreja a canonizou e oficializou seu culto conforme a data citada na carta do bispo Dionísio.
Desabafos...
... NOSSA VIDA É UM SIMPLES SOPRO...
"A vida do homem sobre a terra é uma luta, seus dias são como os dias de um mercenário.
Como um escravo que suspira pela sombra, e o assalariado que espera seu soldo,
assim também eu tive por sorte meses de sofrimento, e noites de dor me couberam por partilha.
Apenas me deito, digo: Quando chegará o dia? Logo que me levanto: Quando chegará a noite? E até a noite me farto de angústias.
Minha carne se cobre de podridão e de imundície, minha pele racha e supura.
Meus dias passam mais depressa do que a lançadeira, e se desvanecem sem deixar esperança.
Lembra-te de que minha vida nada mais é do que um sopro, de que meus olhos não mais verão a felicidade; o olho que me via não mais me verá, o teu me procurará, e já não existirei.
A nuvem se dissipa e passa: assim, quem desce à região dos mortos não subirá de novo;
não voltará mais à sua casa, sua morada não mais o reconhecerá.
E por isso não reprimirei minha língua, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na tristeza de minha alma:
Porventura, sou eu o mar ou um monstro marinho, para me teres posto um guarda contra mim?
Se eu disser: Consolar-me-á o meu leito, e a minha cama me aliviará, tu me aterrarás com sonhos, e me horrorizarás com visões. Preferiria ser estrangulado; antes a morte do que meus tormentos!
Sucumbo, deixo de viver para sempre; deixa-me; pois meus dias são apenas um sopro" (Jó. 7, 1-16).
Se eu disser: Consolar-me-á o meu leito, e a minha cama me aliviará, tu me aterrarás com sonhos, e me horrorizarás com visões. Preferiria ser estrangulado; antes a morte do que meus tormentos!
Sucumbo, deixo de viver para sempre; deixa-me; pois meus dias são apenas um sopro" (Jó. 7, 1-16).
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Música do Dia...
É aquela que fere
Que virá mais tranqüila
Com a fome do povo
Com pedaços da vida
Como a dura semente
Que se prende no fogo
De toda multidão
Acho bem mais
Do que pedras na mão...
Dos que vivem calados
Pendurados no tempo
Esquecendo os momentos
Na fundura do poço
Na garganta do fosso
Na voz de um cantador...
E virá como guerra
A terceira mensagem
Na cabeça do homem
Aflição e coragem
Afastado da terra
Ele pensa na fera
Que o começa a devorar...
Acho que os anos
Irão se passar
Com aquela certeza
Que teremos no olho
Novamente a idéia
De sairmos do poço
Da garganta do fosso
Na voz de um cantador...
E virá como guerra
A terceira mensagem
Na cabeça do homem
Aflição e coragem...
Estou pensando em Deus...
Senhor,
quem sois vós e quem sou eu?
Vós o Altíssimo Senhor do céu e da terra
e eu um miserável vermezinho,
vosso ínfimo servo.
Grande e magnífico Deus,
Grande e magnífico Deus,
meu Senhor Jesus Cristo,
iluminai o meu espírito
e dissipai as trevas de minha alma;
dai-me uma fé íntegra,
uma esperança firme
e uma caridade perfeita.
Concedei, meu Deus,
Concedei, meu Deus,
que eu vos conheça muito,
para poder agir sempre
segundo os vossos ensinamentos
e de acordo com a vossa santíssima vontade.
Absorvei, Senhor, eu vos suplico,
Absorvei, Senhor, eu vos suplico,
o meu espírito,e pela suave e ardente força do vosso amor,
desafeiçoai-me de todas as coisas que debaixo do céu existem,
a fim de que eu possa morrer por vosso amor,
ó Deus,que por meu amor vos dignastes morrer.
Amém!
(Oração que São Francisco fazia diante do crucifixo)
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